Lekoshimura's Weblog

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Archive for the ‘music’ Category

Alizée – Fifty Sixty

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Written by lekoshimura

21/outubro/2008 at 6:25 pm

Publicado em Alizée, music

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Alizée – La Isla Bonita

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Ainda

Puxa, puxa. Ainda estou empacado na Alizée e o post anterior me fez lembrar deste vídeo:

Sonhar Não Custa

Seria perfeito se a Alizée viesse para o Brasil fazer a abertura do show da Madonna.

Written by lekoshimura

6/setembro/2008 at 1:03 am

Publicado em Alizée, music

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Madonna: Nós Vamos

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Graças à Alê.

Written by lekoshimura

5/setembro/2008 at 9:21 am

Publicado em music

Control

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Coitado. Morreu cedo.

Sobre Control: Bom filme. Quando ele acaba e as luzes da sala de cinema são acesas, dá a impressão que você acordou de um sonho triste. É a mesma sensação que temos ao terminar de ouvir Closer.

Sobre Control, Ian Curtis e Legião Urbana: Cara, o Renato Russo é a cara e o jeito do Ian Curtis! O disco “Dois” da Legião Urbana se parece com tudo o que o Joy Division fez. Ou será só imaginação? (putz, ficou uma merda essa última frase. acho que depois vou tirar.)

Sobre Manchester e a Irlanda: Sempre achei que Joy Division , The Smiths, Oasis e Buzzcocks fossem bandas irlandesas. Isso me fez dizer um monte de merda sobre o rock de Manchester em mesa de bar. E ainda por cima, eu achava que todas essas bandas eram influenciadas diretamente pelo Van Morrison (esse sim, é irlandês).

Cazzo. Será que Manchester ficava na Irlanda? Mudaram a posição dos continentes? Ninguém me avisou?

Written by lekoshimura

10/julho/2008 at 8:57 pm

Eva: DNA do Pop (ou Chacrinha Continua Certo)

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“No Brasil, nada se cria, tudo se copia”

O aforismo acima foi proferido pelo maior filósofo da história do Brasil, Abelardo Barbosa. Eu, impelido a transcender a realidade imediatamente sensível, investiguei a comprovação da notável sentença daquele que considero ser o nosso maior sábio. Siga-me, meu caro, minha cara. Vamos à musa do momento, Cláudia Leitte:

Maledicentemente, parte da cultura consumidora fonográfica acusa-a de ser uma cópia (leu bem? Cópia, como havia sentenciado o ilustre senhor Abelardo) de Ivete Sangalo. Por outro lado, os apologistas dizem que apesar delas serem cantoras de axé music (music?), gostosonas, sensuais e de voz grave ambas guardam atributos pessoais que dividem inconciliavelmente a jactância sexual do homem brasileiro e são totalmente diferentes entre si pois uma é morena e a outra é loira. Puxa, puxa.

Agora, vejamos a Ivete Sangalo conduzindo um ritual catársico cantando Eva:

Sem maiores explicações, siga para o video abaixo. Você já vai entender:

Viram? É o Radio Taxi. A Eva da Ivete é uma cópia (olha a palavra “cópia” de novo) da Eva do Radio Taxi. Por falar nisso, o video mostra o saudoso e finado Wander Taffo.

Portanto, a Cláudia Leitte é cópia ao quadrado? Nope, ainda náo acabou. Quando o Radio Taxi foi gravar seu primeiro disco, o repertório incluía grandes arranjos que mostravam o melhor de cada um dos excelentes músicos da banda. Era para calar a boca dos críticos que diziam que o apelo rock nacional consistia apenas no fato dele ser, ora bolas, nacional. Aí, o Divino da Silva interveio e pôs algum discípulo do Filósofo Abelardo para aprumar o caminho daquele bando de jovens iludidos, os coitados. Grandes arranjos, o cazzo! O tal discípulo exorcizou o Steve Morse daquele estúdio e abriu sua concha para mostrar a seguinte pérola:

Bom, na época nao tinha YouTube mas o caso é que a tal da Eva é uma música do italiano Umberto Tozzi. Havia sido um big hit europeu nos anos 80. Por quê não copiá-lo?

E vai saber de onde o Tozzi copiou a Eva dele. O terninho e o corte de cabelo, eu sei: são copiados do Robert Palmer. Lembra? Aquele do Addicted to Love. Não lembrou, né? Whatever.

Mas e a Eva do Tozzi? Vai ver, seguindo o fio, a gente vai encontrar o autor do Velho Testamento na saída do labirinto. Deve ser “aquela” Eva, sabe? A da maçã e tals. Ou seja, a cópia é um rito sacro, ela nos religa à Origem de Tudo onde ondas de amor vão nos envolver, segundo o Roupa Nova.

Louvados sejam o CTRL+C e o CTRL+V.

Amém.

p.s.: Abelardo Barbosa enunciou outros aforismos que, mesmo após sua morte, ainda ecoam terrivelmente sobre nossas vidas:

– Quem quer bacalhau?

– Alô, Terezinha! Iuhúúú!

Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre este nosso filósofo e seu pensamento provocativo e original, clique aqui.

Written by lekoshimura

24/junho/2008 at 2:05 am