Posts filed under 'music'

Best Video Ever da Semana: Susan Boyle

Add comment 19/Abril/2009

Alizée – Fifty Sixty

Add comment 21/Outubro/2008

Alizée – La Isla Bonita

Ainda

Puxa, puxa. Ainda estou empacado na Alizée e o post anterior me fez lembrar deste vídeo:

Sonhar Não Custa

Seria perfeito se a Alizée viesse para o Brasil fazer a abertura do show da Madonna.

Add comment 6/Setembro/2008

Madonna: Nós Vamos

Graças à Alê.

Add comment 5/Setembro/2008

Alizée

Cara, faz uns 6 meses que não consigo parar de ouvir essa garota. Não tem Pink Floyd que me cure. Nem Joy Division, Michael Nyman ou Rush em overdose. Deu em nada.

Fui fumar lá fora para deixar passar. Me deu pigarro.

Não consigo voltar ao normal. Ainda bem.

Add comment 18/Julho/2008

Control

Coitado. Morreu cedo.

Sobre Control: Bom filme. Quando ele acaba e as luzes da sala de cinema são acesas, dá a impressão que você acordou de um sonho triste. É a mesma sensação que temos ao terminar de ouvir Closer.

Sobre Control, Ian Curtis e Legião Urbana: Cara, o Renato Russo é a cara e o jeito do Ian Curtis! O disco “Dois” da Legião Urbana se parece com tudo o que o Joy Division fez. Ou será só imaginação? (putz, ficou uma merda essa última frase. acho que depois vou tirar.)

Sobre Manchester e a Irlanda: Sempre achei que Joy Division , The Smiths, Oasis e Buzzcocks fossem bandas irlandesas. Isso me fez dizer um monte de merda sobre o rock de Manchester em mesa de bar. E ainda por cima, eu achava que todas essas bandas eram influenciadas diretamente pelo Van Morrison (esse sim, é irlandês).

Cazzo. Será que Manchester ficava na Irlanda? Mudaram a posição dos continentes? Ninguém me avisou?

2 comments 10/Julho/2008

Eva: DNA do Pop (ou Chacrinha Continua Certo)

“No Brasil, nada se cria, tudo se copia”

O aforismo acima foi proferido pelo maior filósofo da história do Brasil, Abelardo Barbosa. Eu, impelido a transcender a realidade imediatamente sensível, investiguei a comprovação da notável sentença daquele que considero ser o nosso maior sábio. Siga-me, meu caro, minha cara. Vamos à musa do momento, Cláudia Leitte:

Maledicentemente, parte da cultura consumidora fonográfica acusa-a de ser uma cópia (leu bem? Cópia, como havia sentenciado o ilustre senhor Abelardo) de Ivete Sangalo. Por outro lado, os apologistas dizem que apesar delas serem cantoras de axé music (music?), gostosonas, sensuais e de voz grave ambas guardam atributos pessoais que dividem inconciliavelmente a jactância sexual do homem brasileiro e são totalmente diferentes entre si pois uma é morena e a outra é loira. Puxa, puxa.

Agora, vejamos a Ivete Sangalo conduzindo um ritual catársico cantando Eva:

Sem maiores explicações, siga para o video abaixo. Você já vai entender:

Viram? É o Radio Taxi. A Eva da Ivete é uma cópia (olha a palavra “cópia” de novo) da Eva do Radio Taxi. Por falar nisso, o video mostra o saudoso e finado Wander Taffo.

Portanto, a Cláudia Leitte é cópia ao quadrado? Nope, ainda náo acabou. Quando o Radio Taxi foi gravar seu primeiro disco, o repertório incluía grandes arranjos que mostravam o melhor de cada um dos excelentes músicos da banda. Era para calar a boca dos críticos que diziam que o apelo rock nacional consistia apenas no fato dele ser, ora bolas, nacional. Aí, o Divino da Silva interveio e pôs algum discípulo do Filósofo Abelardo para aprumar o caminho daquele bando de jovens iludidos, os coitados. Grandes arranjos, o cazzo! O tal discípulo exorcizou o Steve Morse daquele estúdio e abriu sua concha para mostrar a seguinte pérola:

Bom, na época nao tinha YouTube mas o caso é que a tal da Eva é uma música do italiano Umberto Tozzi. Havia sido um big hit europeu nos anos 80. Por quê não copiá-lo?

E vai saber de onde o Tozzi copiou a Eva dele. O terninho e o corte de cabelo, eu sei: são copiados do Robert Palmer. Lembra? Aquele do Addicted to Love. Não lembrou, né? Whatever.

Mas e a Eva do Tozzi? Vai ver, seguindo o fio, a gente vai encontrar o autor do Velho Testamento na saída do labirinto. Deve ser “aquela” Eva, sabe? A da maçã e tals. Ou seja, a cópia é um rito sacro, ela nos religa à Origem de Tudo onde ondas de amor vão nos envolver, segundo o Roupa Nova.

Louvados sejam o CTRL+C e o CTRL+V.

Amém.

p.s.: Abelardo Barbosa enunciou outros aforismos que, mesmo após sua morte, ainda ecoam terrivelmente sobre nossas vidas:

- Quem quer bacalhau?

- Alô, Terezinha! Iuhúúú!

Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre este nosso filósofo e seu pensamento provocativo e original, clique aqui.

Add comment 24/Junho/2008


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