Filme Ruim da Semana: Contraponto (Tideland)
18/Julho/2008

Ainda bem que vi no DVD. Uma merda:
- É um filme do Terry Gilliam sobre uma garotinha órfã (*) de pais viciados.
- Ela vive numa mistura de realidade e fantasia (*).
- Outros personagens loucos perdidos na vida (*) surgem.
- A narrativa convida o espectador a entrar num mundo repleto de imaginação e fantasia (*).
- O personagem central é interpretado por uma atriz mirim (*).
- PARECE PEÇA DE TEATRO (*)(*)(*)(*)(*)(*)(*).
Legenda: (*) = sinais evidentes de filme ruim
Entry Filed under: movies. Tags: Contraponto, Terry Gilliam, Tideland.
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1.
Piti | 21/Julho/2008 at 6:36 pm
Puta merda. É muito ruim mesmo.
2.
alois | 16/Novembro/2008 at 3:40 am
ruim seu cú !!
não sabe ver filme seu otario !!
3.
Brenda | 8/Junho/2009 at 12:48 pm
O filme contra ponto é muito de interpretação. Se você não souber interpretar o filme realmente vai parece uma cena teatral. Mas basta um pouco de interpretação e de psicologismo pra achar o filme super profundo e bonito. É uma história triste, onde a garota para evitar sofrimentos vive num mundo fora da realidade, um mundo surreal. O filme é muito bem feito, atores e atrizes otimos, estão de parabens!
4.
mm | 19/Novembro/2008 at 8:13 pm
não sabe ver filme fica quieto ok.
5.
lekoshimura | 19/Novembro/2008 at 9:35 pm
Ah tá. Apenas aqueles que não conseguem usar vírgulas ou outro tipo de pontuação gostam dessa porcaria desse filme. Deve ser um problema cognitivo para o Oliver Sacks estudar: “o incluído digitalmente que gostava de tideland”. Acho que estou dialogando com uma espécie de fabiano-vidas-secas (*) que fantasia a sensação de não ser um molequinho de chupeta na boca ao postar uns palavrões num comentário de blog. Puxa, que macho vc é! Encha o peito de orgulho e vai mostrar para a seus amiguinhos que você tornou-se um homenzinho. Talvez alguns até consigam permanecer eretos nas patinhas traseiras para ouvir a novidade.
Por qual motivo será que quando um molequinho não consegue criar um argumento parte para essa fixação por cú de homem? É “cú” disso, “cú” daquilo. É o máximo da capacidade argumentativa? Está faltando vitamina na sua dieta? Coma bem a grama que está aos seus pés, devolva seu micro para as Casas Bahia e vá curtir o pagode que estão fazendo na sua laje mental.
(*) pobreza de linguagem => incapacidade de dicernimento => impotência para agir
6.
Fabricio | 23/Novembro/2008 at 1:11 am
não é um filme para qualquer um.
Se vc gosta de filmes alternativos, bizarros e afins, este é uma ótima pedida.
Se vc gosta de filmes enlatados de hollywood, este não é o seu filme.
Fazia tempo que eu nao via algo assim.
Muito bom
7.
lekoshimura | 1/Dezembro/2008 at 11:57 am
Que saco, que tédio. Dessa infrutífera discussão, chego à conclusão de que Tideland é bom devido à sua bizarrice. Ótimo. Vamos cruzar um bode com anão para criar a maior saga cinematográfica latrino-americana.
Outra coisa bizarra de tão pueril é esse discursozinho “se é Hollywood, é enlatado”. Coppola é enlatado? E o Michael Mann? Beleza Americana, As Horas, Os Infiltrados e ET são enlatados?
8.
Dany Girl | 9/Dezembro/2008 at 1:07 pm
Estou com o lekoshimura nesta discussão e digo mais: o mm sofre um terrível problema anal. Sim! Porque seu grande e dilatado anus encontra-se entupido de merda que lhe sobe a cabeça – esse tamanho bolo fecal. Otário?? Não sabe ver filme??!!
Seria este acéfalo um discípulo de algum ditador? Ou concorda, ou concorda com ele? Nãaaao! Definitivamente este coitado não se encontra neste caso porque não tem essa capacidade intelectual, embora acredite que a possua. Casos de pessoas assim, infelizmente, são as que impregna o nosso dia-a-dia, falsos intelectuais, fariseus, acreditam ser detentores de uma cultura fútil e que se escondem no “gostar” de filmes boooostas como este só para se rotular diferente, inteligente. Digno de pena!
O outro tadinho então: não é um filme para qualquer um?! ka kaka kaka …. Nooooossa, que cara diferente! Ousa até falar em enlatados. O que seriam enlatados? Algo que estoura e faz sucesso mundial é enlatado então? Se esta bosta de filme se tornar um sucesso, seria um enlatado?
Este caso já sofre de uma terrível dor de cotovelo crônica de gente que faz e acontece. O diretor de um “enlatado” estuda, trabalha, os atores e atrizes investem na imagem, estudam muito também e daí vem um zé ninguém usa a palavra enlatados, ainda como se fosse o tal! Einstein é enlatado? Puxa, deveria o Einstein cair no anonimato e não ser um enlatado.
Realmente, não é um filme para qualquer um: só para os “diferenciados” e os que têm problemas anais.
Viva os enlatados, viva os bonitos, os descolados, os “escolhas certa” (entende-se não alternativos).
É isso aí lekoshimura! Quer me dar o seu telefone? Vamos fazer um sexo enquanto a “elite” estuda e ver este tipo de filme pra ser mais um – como todos, nos fins das contas.
Fui!
9.
heuhein | 9/Dezembro/2008 at 4:25 pm
Olha, não achei ruim, achei apenas bizarro.
Um filme bizarro pode ser bom ou ruim, assim como um enlatado idem.
Neste caso em particular, até gostei do filme, com todas as suas esquisitices.
Mas achei estranho você achar que um filme pode ser julgado pelos “sinais evidentes de filme ruim”. Quer dizer que todo filme com “mistura de realidade e fantasia” é ruim? Ou com “personagens loucos perdidos na vida” também é ruim?
Sei não, me pareceu pré-conceito…
Valheu!
p.s.1: parabéns pelo seu blog, é interessante!
p.s.2: se é uma “garotinha órfã”, precisamos de uma “atriz mirim”. Senão ficaria realmente estranho…
10.
lekoshimura | 19/Maio/2009 at 8:36 am
Esse projetos de filmes que tem de ser ancorados em atuação mirim são especialmente complicados porque atores bons nessa faixa de idade não estão disponíveis ao estalar dos dedos. Por exemplo, o Kubrick discutia um projeto com o Spielberg baseado num conto de um menino robô. Ele morreu (o Kubrick) e passaram-se vários anos até que surgisse um ator mirim à altura do papel, Haley Joel Osment.
Não é todo dia que aparece um Osment, uma Abigail Breslin ou a Dakota Fanning para fazer esse filmes. Enquanto não tem ator para o papel, é melhor enfiar esse projeto na gaveta.
11.
Moisés Braun | 18/Maio/2009 at 12:34 am
Faço coro com o comentário de “heuhein”…
Também é digno de nota seu aparente desprezo pelo teatro, quando devia ser o contrário: inúmeros grandes atores de cinema ali começaram suas carreiras, e vez ou outra a ele retornam… Não esqueça que a atuação teatral é muito mais difícil do que a cinematográfica ou de TV… as cenas falhas não podem ser repetidas, a “maquiagem” por computador é impossíve e tão pouco pode ser feita edição final. Além disso, o teatro tem uma tradição de mais de dois mil anos, enquanto o cinema, pouco mais de cem…. Essa sua comparação foi muito infeliz!
Nota: Não sou ator, e realmente prefiro o cinema ao teatro, mas procuro evitar a “soberba” de que, por ser muito antigo e sem atrativos “tecnológicos”, o teatro – e muitas coisas mais – seja algo antiquado e ultrapassado.
12.
lekoshimura | 19/Maio/2009 at 8:15 am
Como ganhar uma discussão e se fazer parecer inteligente? Uma técnica manjada e fajuta é a de desvirtuar a questão para um domínio no qual defende-se algum “coitado da vez” fazendo parecer que o interlocutor é uma pessoa má e insensível.
É possível executar uma performance de duas horas sem erros. É possível incorporar efeitos especiais à produção sem prejudicar a qualidade do espetáculo e é possível ver peças boas com atores bons, roteiros bons e etc. Não sou ator também mas se fosse daria um pito em quem defende o teatro exaltando suas carências: falhas de cenas, erros que não são corrigidos, atores que saem e eventualmente voltam. Coitadinhos. Não são prevalecidos como os primos ricos de Hollywood (como se as coisas fosse fáceis por lá). O teatro não precisa da sua complacência.
De qualquer sorte, o ponto que coloquei no texto foi que filmes que são parecidos com peça de teatro tem a evidência de serem ruins. Filme tem que parecer com filme, oras. Senão, a teríamos filmes parecidos com esculturas.
13.
André | 24/Maio/2009 at 2:46 pm
O cinema, apesar da pouca idade se compararmos as outras artes, é muito abrangente. Filmes parecidos com esculturas eu ainda não vi e espero não ver. Mas filmes que misturam cinema com teatro sim. Por exemplo o ótimo Gritos e Sussuros. Outro exemplo da versatilidade do cinema é Moça Com Brinco de Pérola que se inspirou nas pinturas de Johannes Vermeer para compor a fotografia. Aliás a pintura sempre forneceu muito material para diretores de fotografia.
Bem, esse filme Contraponto não é grande coisa. O Terry Gilliam já fez trabalhos bem melhores. A única coisa que eu gostei foi do visual, que é um dos fortes desse diretor. Mesmo quando um filme dele de modo geral fica aquém de seu talento, a parte visual é impecável.